segunda-feira, fevereiro 05, 2007
segunda-feira, janeiro 29, 2007
MODERNO E MODERNINHO
Há uma enorme diferença entre moderno e moderninho. Uma diferença de largura de vistas, de perspectiva histórica e cronológica.
O moderninho é moderno em relação à última geração, ou duas. Anda na mesma direcção que as gerações anteriores andaram, mas está uns passos à frente (nessa mesma direcção, boa ou má, isso não lhe interessa).
O Moderno, tem uma perspectiva mais distante, não tem tanto em conta os últimos passos, tem em conta as direcções.
A ideia de que proibir é sempre antigo, e liberalizar é sempre moderno, é uma ideia com poucas décadas. Mas que já está fora de prazo. Proibir, restringir pode ser um sinal de modernidade. Não consta que houvesse muitas proibições nas sociedades dos homens de Neenderthal.
Proibir a publicidade ao tabaco - sinal de modernidade.
Proibir a publicidade que explora a inocência e vulnerabilidade das crianças - sinal de modernidade.
Proibir o uso de armas - sinal de modernidade.
Proibir o trabalho infantil - sinal de modernidade.
Proibir o uso de produtos ambientalmente perigosos - sinal de modernidade
Proteger as crianças - sinal de modernidade
Incentivar e apoiar a maternidade - sinal de modernidade
Abolir crueldade e pena de morte - sinal de modernidade
Proteger os fracos - sinal de modernidade.
Mas porque é que ainda há quem confunda estas coisas?
Ainda há restos ideológicos da geração anterior.
Nos velhotes, e nos que sendo jovens ainda não pensam pelas próprias cabeças, mas sim pelas ideias herdadas.
A geração dos 60's e 70's incapaz de viver com a realidade dura, resolveram inventar um mundinho só deles, que só existia nas suas cabeças. Mas viu-se que a sua realidade era totalmente diferente dos seus "sonhos". Porque não eram sonhos, eram fugas à realidade.
Os químicos mágicos, o petróleo, as armas, o vale tudo, está fora de moda. É antigo. É tão 70's. E nem com revivalismos lá vai.
Hoje graças a isso, a esse tipo de encanto cego com o moderninho, temos o nosso planeta à beira do abismo e a nossa sociedade à beira da selva.
Modernidade hoje é o respeito. É proteger a Terra, a natureza, a vida, a natureza humana, e o que nos faz humanos.
Valorizar o ser humano, a mulher, o homem, a criança são coisas historicamente modernas.
Valorizar o essencial e o profundo, sobre o acessório e superficial é desenvolvimento.
Os países que hoje têm o aborto a pedido, têm-no porque a sua geraçãozinha hippie o aprovou naqueles tempos. No tempo em que isso era moderninho. Nos tempos em que se sabia pouco disso, e se usava pouco a cabeça e muito a boca. Não foi por serem mais desenvolvidos.
Todas as teorias, e práticas científicas modernas, comprovam o valor imenso da infância, desde o ventre. Até antes. Hoje todos sabemos mais do que sabiam estes senhores então. Hoje não temos desculpas para confundir este moderninho fora de prazo, com modernidade.
Valorizar o ser humano, valorizar a criança são coisas modernas, historicamente. Coisas com futuro.
Desvalorizar isso, é que é muito Neenderthal.
O moderninho é moderno em relação à última geração, ou duas. Anda na mesma direcção que as gerações anteriores andaram, mas está uns passos à frente (nessa mesma direcção, boa ou má, isso não lhe interessa).
O Moderno, tem uma perspectiva mais distante, não tem tanto em conta os últimos passos, tem em conta as direcções.
A ideia de que proibir é sempre antigo, e liberalizar é sempre moderno, é uma ideia com poucas décadas. Mas que já está fora de prazo. Proibir, restringir pode ser um sinal de modernidade. Não consta que houvesse muitas proibições nas sociedades dos homens de Neenderthal.
Proibir a publicidade ao tabaco - sinal de modernidade.
Proibir a publicidade que explora a inocência e vulnerabilidade das crianças - sinal de modernidade.
Proibir o uso de armas - sinal de modernidade.
Proibir o trabalho infantil - sinal de modernidade.
Proibir o uso de produtos ambientalmente perigosos - sinal de modernidade
Proteger as crianças - sinal de modernidade
Incentivar e apoiar a maternidade - sinal de modernidade
Abolir crueldade e pena de morte - sinal de modernidade
Proteger os fracos - sinal de modernidade.
Mas porque é que ainda há quem confunda estas coisas?
Ainda há restos ideológicos da geração anterior.
Nos velhotes, e nos que sendo jovens ainda não pensam pelas próprias cabeças, mas sim pelas ideias herdadas.
A geração dos 60's e 70's incapaz de viver com a realidade dura, resolveram inventar um mundinho só deles, que só existia nas suas cabeças. Mas viu-se que a sua realidade era totalmente diferente dos seus "sonhos". Porque não eram sonhos, eram fugas à realidade.
Os químicos mágicos, o petróleo, as armas, o vale tudo, está fora de moda. É antigo. É tão 70's. E nem com revivalismos lá vai.
Hoje graças a isso, a esse tipo de encanto cego com o moderninho, temos o nosso planeta à beira do abismo e a nossa sociedade à beira da selva.
Modernidade hoje é o respeito. É proteger a Terra, a natureza, a vida, a natureza humana, e o que nos faz humanos.
Valorizar o ser humano, a mulher, o homem, a criança são coisas historicamente modernas.
Valorizar o essencial e o profundo, sobre o acessório e superficial é desenvolvimento.
Os países que hoje têm o aborto a pedido, têm-no porque a sua geraçãozinha hippie o aprovou naqueles tempos. No tempo em que isso era moderninho. Nos tempos em que se sabia pouco disso, e se usava pouco a cabeça e muito a boca. Não foi por serem mais desenvolvidos.
Todas as teorias, e práticas científicas modernas, comprovam o valor imenso da infância, desde o ventre. Até antes. Hoje todos sabemos mais do que sabiam estes senhores então. Hoje não temos desculpas para confundir este moderninho fora de prazo, com modernidade.
Valorizar o ser humano, valorizar a criança são coisas modernas, historicamente. Coisas com futuro.
Desvalorizar isso, é que é muito Neenderthal.
HE HAD A DREAM
«A lei não pode obrigar um branco a amar-me mas pode evitar que ele me linche.»
M. Luther King
M. Luther King
quarta-feira, janeiro 24, 2007
MULHERES
OK. Há aqui emotividade a mais, demasiado "explorada". Mas tirando isso, há mais. Há a prova de que se facilitarem, as mulheres metem-se nisso mais facilmente. E que não sabem bem no que se estão a meter. Uma fase difícil e confusa da sua vida, não é boa altura para decisões tão importantes.
Ontem falei com uma senhora que há 8 anos atende casos de mulheres que abortaram. Sabe que tudo o que aqui possa parecer (ou até mesmo ser) encenação é bem real: o aborto marca profundamente e para sempre as mulheres que o fazem. E não fazem ideia, antes de o fazer, que assim é. Está por dentro do que são clínicas de aborto, por exemplo, em Inglaterra. Das pressões de produtividade, tal como fazem aqui com as maternidades. Se aqui com as maternidades, as mulheres são atendidas cada vez mais como numa linha de montagem, porque acham que será diferente no caso do aborto?
Não sejam anjinhos. Não será nada diferente.
Será mais um enorme passo na desumanização da sociedade, e de todos nós.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
VIRAR A PÁGINA
"O PS transformou o aborto numa bandeira de luta, num direito cívico, e coloca o sim e o não no referendo como sendo a fronteira da modernidade. Não percebeu que, hoje, o que move a modernidade, o subversivo, é exactamente o inverso: a coragem de, contra tudo e contra todos, ser mãe e pai."
Zita Seabra in Público, 19 de Setembro de 2006
Zita Seabra in Público, 19 de Setembro de 2006
CAN I LIVE?
Há coisas que falam mais fundo do que palavras. Eu acredito. E é em direcção ao que acredito que quero caminhar.
sexta-feira, dezembro 15, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
NOHA TAKES A PHOTO OF HIMSELF EVERY DAY FOR 6 YEARS
Noah takes a photo of himself every day for 6 years.
Este filminho diz-me sempre coisas novas cada vez que o vejo.
Coisas que nem sempre entendo, ou tomo consciência,
mas gosto de o deixar falar-me.
Este filminho diz-me sempre coisas novas cada vez que o vejo.
Coisas que nem sempre entendo, ou tomo consciência,
mas gosto de o deixar falar-me.
quarta-feira, novembro 01, 2006
TEMPO
Fazer nascer
fazer crescer
construir
semear
cuidar
precisa de tempo
precisa de paciência.
Precisa de trabalho
mas também de espera.
De espera e de esperança
e confiança.
Mas antes de tudo
precisa de tempo.
Quando não há tempo
e se quer fazer algo grande
só se pode destruir,
cortar, matar.
Não se nasce num segundo
Mas morre-se num segundo.
Não se planta uma àrvore num minuto
mas corta-se num instante.
Não se cura,
não se semeia,
não se cresce,
não se constrói,
com a facilidade da publicidade.
fazer crescer
construir
semear
cuidar
precisa de tempo
precisa de paciência.
Precisa de trabalho
mas também de espera.
De espera e de esperança
e confiança.
Mas antes de tudo
precisa de tempo.
Quando não há tempo
e se quer fazer algo grande
só se pode destruir,
cortar, matar.
Não se nasce num segundo
Mas morre-se num segundo.
Não se planta uma àrvore num minuto
mas corta-se num instante.
Não se cura,
não se semeia,
não se cresce,
não se constrói,
com a facilidade da publicidade.
terça-feira, outubro 24, 2006
YOUTUBERS
YOUTUBERS
Por tras de todo o imediatismo e superficialidade das relações e dos media actuais, ha uma misteriosa beleza, e humanidade que nos dão a todos uma oportunidade de penetrar mais fundo na nossa condição humana.
O YouTube, os Blogs, e o PostSecret sao alguns desses sitios que podem ser maravilhosos se os nossos olhos conseguirem estar abertos para essa beleza.
Por tras de todo o imediatismo e superficialidade das relações e dos media actuais, ha uma misteriosa beleza, e humanidade que nos dão a todos uma oportunidade de penetrar mais fundo na nossa condição humana.
O YouTube, os Blogs, e o PostSecret sao alguns desses sitios que podem ser maravilhosos se os nossos olhos conseguirem estar abertos para essa beleza.
quinta-feira, setembro 21, 2006
ENCONTRO
Há seis anos, neste dia, entrei na tua casa, e tu entraste na minha vida.
Esse nosso encontro, mudou a minha vida para sempre.
Aquela menina com cara de zangada, não mais me saiu da cabeca.
Aquela mulher com cara de menina, ensinou-me quem era eu afinal. Mostrou-me o que era intimidade. Acolher e abraçar. E abrir-se. Ensinou-me uma forma nova de estar e de ser, nova, mas que estava escrita no fundo de mim desde sempre.
Há seis anos entrei na tua cozinha, e tu encontraste-me.
Foi um encontro q mudou para sempre a minha vida.
Foi um encontro, q apesar dos desencontros, nunca mais parou.
É um encontro q continua. Ctg, cmg, com Ele. E continuará.
O maior encontro da minha vida.
Obrigado.
Esse nosso encontro, mudou a minha vida para sempre.
Aquela menina com cara de zangada, não mais me saiu da cabeca.
Aquela mulher com cara de menina, ensinou-me quem era eu afinal. Mostrou-me o que era intimidade. Acolher e abraçar. E abrir-se. Ensinou-me uma forma nova de estar e de ser, nova, mas que estava escrita no fundo de mim desde sempre.
Há seis anos entrei na tua cozinha, e tu encontraste-me.
Foi um encontro q mudou para sempre a minha vida.
Foi um encontro, q apesar dos desencontros, nunca mais parou.
É um encontro q continua. Ctg, cmg, com Ele. E continuará.
O maior encontro da minha vida.
Obrigado.
quinta-feira, agosto 03, 2006
MEDO OU AMOR

Em última analise,
lá no fundo de tudo, de cada coisa,
há só duas motivações: o medo e o Amor.
O que nos move, o que nos motiva,
o que nos leva às escolhas que fazemos,
ou é o medo, ou é o Amor.
Ou vimos do medo, ou vimos do Amor.
Ou vamos para o medo, ou vamos para o Amor.
Saber isto,
ter isto presente,
já muda tanto...
sexta-feira, abril 07, 2006
OUT OF DARKNESS COMES LIGHT
quinta-feira, abril 06, 2006
I BELIEVE, YES I BELIEVE, I SAID I BELIEVE
quarta-feira, abril 05, 2006
WATER FOR MY SOUL
terça-feira, março 28, 2006
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
PEIXE
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
POETA À SOLTA
Nasceu no Porto a 13 de Fevereiro de 1906.
"O importante não é ser poeta,
o importante é ser poesia"
George Agostinho Baptista da Silva
"O importante não é ser poeta,
o importante é ser poesia"
George Agostinho Baptista da Silva
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